Maus hábitos que levam a que caia nas dívidas

Maus hábitos que levam a que caia nas dívidas

Já desejou ter uma máquina do tempo para voltar atrás e desfazer os erros do passado?

Há muitos hábitos financeiros que podem levar-nos a cair nas dívidas. Alguns atraem-nos para lá com a promessa de serem “movimentos financeiros inteligentes”. Outros são meramente ruins, mas sente que não tem outra alternativa que não segui-los.

Quer evitar cair nas armadilhas e conseguir poupar mais do seu dinheiro? Aqui estão 7 maus hábitos financeiros que podem levar a que caia nas dívidas.

Colocar o pagamentos das contas em automático

Pagamentos para a sua conta de poupança em automático, sim. Pagamentos de contas em automático, não.

Embora, com os pagamentos automáticos, nunca se vá esquecer de pagar uma conta, pode esquecer-se de ter dinheiro disponível suficiente o que pode levar a penalizações, os tão conhecidos juros.

Os pagamentos em automático fazem com que se distraia. Isso significa que, caso haja erros na fatura, não irá aperceber-se. Para além disso, caí na tendência de esquecer e desvalorizar este tipo de gastos.

Quando alguma conta inesperada leva a que seja retirado dinheiro da sua conta, pode ser bastante perigoso, especialmente se está naquela situação de limite onde o seu dinheiro dá exatamente para pagar as contas e nada mais.

Procure criar alertas para o lembrarem dos pagamentos, em troca dos pagamentos automáticos.

Não ter um fundo de emergência

Desde um reparo do carro inesperado à perda de emprego, as surpresas são certas. Ter o dinheiro necessário para as conseguir ultrapassar nem sempre acontece.

Um fundo de emergência fornece uma almofada extra para situações como estas que podem acontecer a qualquer momento.

O ideal seria conseguir colocar no seu fundo de emergência o suficiente para cobrir entre três a seis meses de despesas.

Não consegue colocar de parte assim tanto dinheiro?

Ter algum de parte pode não cobrir todas as despesas, mas já consegue evitar que em algumas situações tenha de recorrer aos seus cartões de crédito.

Não ter um orçamento

Se não tem um orçamento, fica mais difícil evitar os desastres financeiros. Um orçamento pode ajudá-lo a diminuir ou a impedir as dívidas e a poupar dinheiro para casos de emergência.

Um orçamento pode protegê-lo, mas também pode dar-lhe um caminho a seguir para atingir os seus objetivos financeiros.

Para conseguir criar um orçamento de sucesso, precisa de começar por perder algum tempo a monitorizar as suas despesas.

Entender o dinheiro que tem é o primeiro passo para manter um plano de gastos bem sucedido.

mau consumidor

Gastar mais do que ganha

Viver além das suas possibilidades leva a nada para além de problemas.

Se tem de recorrer ao seu cartão de crédito para conseguir ultrapassar o mês, isso é um enorme alerta. Se assim continuar, irá acabar por ter que pedir falência ou por ter que pedir mais dinheiro.

Uma solução: deixe o cartão de crédito de lado e afaste-se lentamente.

Em vez do cartão de crédito, comece por andar com dinheiro ou com o seu cartão de débito.

É muito fácil ser um mau consumidor.

Quando andamos com o cartão de crédito, nem nos lembramos que aquilo representa dinheiro.

Trate os cartões de crédito como forma de pagamento e não como uma forma de conseguir dinheiro. Se está com pouco dinheiro, deixe os cartões de crédito de lado.

Dar o seu aval num empréstimo

Numa palavra: não!

A pessoa que lhe está a pedir que deu o seu aval não lhe diz, mas eu digo-lhe: essa dívida agora é sua. Toda a dívida, até que ela esteja totalmente paga.

Pagamentos falhados ou atrasados também o irão afetar a si. E se acontecer a outra pessoa não conseguir pagar o empréstimo, o banco virá atrás de si.

Mesmo que a outra pessoa esteja a cumprir o empréstimo à risca, o seu saldo para futuros empréstimo estará afetado porque agora tem essa responsabilidade associada a si.

Numa situação onde o empréstimo é garantido por um bem (por exemplo, um automóvel), isso não quer dizer que esteja livre de obrigações.

Se houver incumprimento, o automóvel será vendido e, caso não cobra o valor devido, ainda será obrigado a pagar o restante mais quaisquer custas que possam surgir.

Não ter seguros

Se algo acontecesse inesperadamente e se tivesse que comprar novamente todos os seus pertences, desde o seu carro à sua roupa? Conseguirá fazê-lo?

E se estivéssemos a falar da sua casa? Mesmo que um desastre aconteça e destrua a sua casa, se tivesse um crédito habitação, esse crédito continua a ter que ser pago. Consegue pagar o crédito e ainda reconstruir a sua casa?

Ninguém sabe quando irá precisar de seguro.

É bom estar protegido e evitar surpresas desagradáveis. Para além disso, pode incluir as despesas no seu orçamento e manter o equilíbrio financeiro.

O importante é cobrir os seus principais ativos, incluindo a sua saúde, de forma a ficar protegido contra desastres naturais ou acidentes.

Certifique-se de que a cobertura é suficiente para pagar os estragos em casos de catástrofes naturais, acidentes ou doença.

Não investir na sua reforma

É o desastre total: poupar pouco ou nenhum para a sua reforma.

Se ainda não tem uma conta de poupança para a sua reforma, deve ir tratar dela já! Qualquer que seja o motivo pela qual ainda não começou a poupar para a sua reforma, deixe-o de lado e comece a poupar.

Especialmente para os jovens. A reforma parece estar longe, mas os juros compostos são uma maravilha que o ajudarão ao longo do tempo.

Normalmente, as pessoas associam à reforma um custo de vida menor, mas o que acontece é o oposto.

Muitas das vezes, as pessoas querem dedicar-se a hobbies e a conhecer outros locais do globo.

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